Perdi o meu amor para uma novela das 8! canta a Vanessa da Mata.
Não que tenha algo a ver com este post, mas era o que estava a passar na minha estação pessoal de rádio...
São 16:50 de 4ª feira. O ambiente já foi melhor do que nos últimos dias.
Desta vez foi a divulgação da satisfação do pessoal... a que se junta a possibilidade de mudar de instalações (que ainda não percebi se é a sério ou não)... enfim! Mais um fait-divers da treta!
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Afinal os marroquinos lixaram-me...
Afinal os marroquinos lixaram-me...
É verdade! À última hora os nossos supostos parceiros roeram a corda e deixaram-nos na mão, com um simples "obrigado pelo vosso esforço"...
Algo me diz que os tipos aproveitaram o nosso texto para apresentar uma proposta deles...
Enfim, ainda não será desta que vou a Marrocos!
Por cá a chuva, que tanta falta faz nas barragens e nas zonas agrícolas, visitou-nos em força... + de 30 litros por m2 no Aeroporto... toma lá e vai buscar! Água com fartura para todos os gostos... o pessoal de Sacavém (entre outros) é que não achou grande graça ao banho forçado.
Os do costume lá aparecem a atirar culpas para cima dos outros... Portugal no seu melhor!
É verdade! À última hora os nossos supostos parceiros roeram a corda e deixaram-nos na mão, com um simples "obrigado pelo vosso esforço"...
Algo me diz que os tipos aproveitaram o nosso texto para apresentar uma proposta deles...
Enfim, ainda não será desta que vou a Marrocos!
Por cá a chuva, que tanta falta faz nas barragens e nas zonas agrícolas, visitou-nos em força... + de 30 litros por m2 no Aeroporto... toma lá e vai buscar! Água com fartura para todos os gostos... o pessoal de Sacavém (entre outros) é que não achou grande graça ao banho forçado.
Os do costume lá aparecem a atirar culpas para cima dos outros... Portugal no seu melhor!
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Finalmente...

Olá!
Estou de volta com mais um pequeno post... ao fim destes meses todos!
Em termos de notícias, o dia está marcado pelo atentado ao Ramos Horta em Timor-Leste. Parece que por aqueles lados as coisas ainda estão confusas.
O mercado de Camdem, em Londres, ardeu ontem...
O Caetano cantava "Esse papo já tá qualquer coisa / Você já tá pra lá de Marraqueche"...
E eu estou a preparar-me para visitar Marraqueche. É verdade! Estou a preparar uma proposta para um estudo naquela cidade marroquina, para o qual estou com uma certa fezada!!! de modos que, mais tarde ou mais cedo, terei de ir a Marraqueche...
Estou de volta com mais um pequeno post... ao fim destes meses todos!
Em termos de notícias, o dia está marcado pelo atentado ao Ramos Horta em Timor-Leste. Parece que por aqueles lados as coisas ainda estão confusas.
O mercado de Camdem, em Londres, ardeu ontem...
O Caetano cantava "Esse papo já tá qualquer coisa / Você já tá pra lá de Marraqueche"...
E eu estou a preparar-me para visitar Marraqueche. É verdade! Estou a preparar uma proposta para um estudo naquela cidade marroquina, para o qual estou com uma certa fezada!!! de modos que, mais tarde ou mais cedo, terei de ir a Marraqueche...
sexta-feira, 3 de agosto de 2007
Férias ....... Ui! 'tava a ver que não!
Hoje é o meu último dia antes de férias.
A alegria é muita, sobretudo tendo em conta que apenas vou estar 2 semanas sem trabalhar!
Mas lá que sabe bem, sabe!
Domingo partimos para Paris para uma semana diferente. Alugamos um apartamento para todos (somos 7) e até reservarmos um shuttle para nos ir buscar e levar a todos ao aeroporto.
Uma das sobrinhas está com uma otite, o que não é nada agradável para quem tem de andar de avião. Felizmente já está medicada, e até Domingo, certamente que a coisa má vai "amolecer" e não causar estragos à rapariga devido à pressurização da cabine.
O que é mais engraçado é que, alguns de nós (entre os quais eu) ainda não temos ideia do que vamos fazer. Eu estou curioso para experimentar as novas bicicletas de Paris, as Velolib.
Depois... bem, sempre há os museus (departamento da minha irmã e do meu cunhado), talvez dê para ver 1 ou 2 (Orsay e Picasso, são as minhas apostas).
Tínhamos alguma esperança de rever os nossos amigos Betty e Jeff, de poder conhecer o James (o rebento deles) e também dar-lhes a conhecer a nossa Alice. Mas afinal nada feito. A Bretanha e as dificuldades práticas de andar com catraios pequenos levaram a melhor. Temos de construir uma nova oportunidade.
Mas passear sem destino ou restrições de tempo também é bom. Certamente que iremos fazer alguns piqueniques nos jardins parisienses.
A alegria é muita, sobretudo tendo em conta que apenas vou estar 2 semanas sem trabalhar!
Mas lá que sabe bem, sabe!
Domingo partimos para Paris para uma semana diferente. Alugamos um apartamento para todos (somos 7) e até reservarmos um shuttle para nos ir buscar e levar a todos ao aeroporto.
Uma das sobrinhas está com uma otite, o que não é nada agradável para quem tem de andar de avião. Felizmente já está medicada, e até Domingo, certamente que a coisa má vai "amolecer" e não causar estragos à rapariga devido à pressurização da cabine.
O que é mais engraçado é que, alguns de nós (entre os quais eu) ainda não temos ideia do que vamos fazer. Eu estou curioso para experimentar as novas bicicletas de Paris, as Velolib.
Depois... bem, sempre há os museus (departamento da minha irmã e do meu cunhado), talvez dê para ver 1 ou 2 (Orsay e Picasso, são as minhas apostas).
Tínhamos alguma esperança de rever os nossos amigos Betty e Jeff, de poder conhecer o James (o rebento deles) e também dar-lhes a conhecer a nossa Alice. Mas afinal nada feito. A Bretanha e as dificuldades práticas de andar com catraios pequenos levaram a melhor. Temos de construir uma nova oportunidade.
Mas passear sem destino ou restrições de tempo também é bom. Certamente que iremos fazer alguns piqueniques nos jardins parisienses.
quarta-feira, 4 de julho de 2007
Memórias musicais
No próximo dia 25 de Setembro, os Police tocam em Portugal e eu lá estarei, naquele que será o meu pimeiro concerto "enta".
Não sei exactamente a quantos concertos fui até agora, mas certamente algumas dezenas. A verdade é que, com algumas excepções, aquela sensação de antecipação dos concertos constitui sempre um tónico que nos predispõe para aquele momento especial.
Longe vão os tempos em que era raro um concerto. Agora a oferta é constante.
O meu primeiro grande concerto de que me recordo foi o Rod Stewart, em 19 de Julho de 1983 (pois é! A internet permite este apuro de memória...) no Estádio do Restelo.
Na altura, com apenas 16 anos, aquele concerto foi imenso. Penso que deve ter sido um dos primeiros concertos de estádio por cá. Ainda recordo a primeira parte feita pelos Táxi, a qual ficou memorizada pelos vários sacos de água que foram mandando aos desgraçados, um dos quais acertou em cheio no viola baixo.
Curiosamente, ou não, ainda hoje acho que terá sido um dos melhores concertos que vi!
Uma das condições que sempre me guiou na decisão de ir a concertos é o estado da minha "paixão" pela banda ou artista. No caso do Rod Stewart ela devia-se à recente (na altura) edição do albúm ao vivo (muito bom!).
Foram paixões mais brandas que me levaram a não ir ver os Police ao mesmo estádio três anos antes, ou os U2, as grandes "máculas" no meu CV concerteiro.
Aqui faço um parêntesis para explicar que, da última vinda dos U2, só não fui devido à loucura que se instalou à volta dos bilhetes para o concerto.
Dois dos concertos a que fui, Ivan Lins e Level 42, ambos no Coliseu dos Recreios, foram totalmente inesperados. O primeiro deveu-se a um convite à última da hora (1 hora antes, talvez), e lá fui eu com a minha amiga (na altura) Raquel C.. Saímos do Califa, estacionamos num beco das Portas de Santo Antão, e lá fomos nós para a plateia todos contentes, pois nessa altura "o povo" ia para a Geral, o mais baratinho, e aquela era a nossa primeira experiência de plateia sentada, ainda por cima bons lugares pois os convites têm destas coisas!
Sempre me intrigou esta falha do sistema capitalista, quem não paga nos espectáculos, recebe quase sempre os melhores lugares!
Quanto ao concerto dos Level 42, a minha ida deveu-se a um erro da minha mulher que, por distração, pensou que estavamos a ir a ver os UB40... Foi ainda mais inusitado que o anterior, pois estavamos a passar à porta do Coiseu e vimos que essa noite havia concerto, pelo que foi comprar e entrar. A casa estava meio vazia, talvez menos de meia casa. A plateia, onde ficamos, era só para estar de pé, pois tinham retirado todas as cadeiras. Penso que seria para proporcionar um pézinho de dança.
Outra grande surpresa deste concerto, foi a primeira parte. Eu nada sabia sobre o concerto. E só após algumas canções me apercebi que quem estava a tocar era o Midge Ure, dos Ultravox e dos Thin Lizzy, que mais tarde viria a estar fortemente envolvido no megasucesso "Do they know it's Christmas time?" como produtor ou responsável pelos arranjos, qualquer coisa assim.
Não sei exactamente a quantos concertos fui até agora, mas certamente algumas dezenas. A verdade é que, com algumas excepções, aquela sensação de antecipação dos concertos constitui sempre um tónico que nos predispõe para aquele momento especial.
Longe vão os tempos em que era raro um concerto. Agora a oferta é constante.
O meu primeiro grande concerto de que me recordo foi o Rod Stewart, em 19 de Julho de 1983 (pois é! A internet permite este apuro de memória...) no Estádio do Restelo.
Na altura, com apenas 16 anos, aquele concerto foi imenso. Penso que deve ter sido um dos primeiros concertos de estádio por cá. Ainda recordo a primeira parte feita pelos Táxi, a qual ficou memorizada pelos vários sacos de água que foram mandando aos desgraçados, um dos quais acertou em cheio no viola baixo.
Curiosamente, ou não, ainda hoje acho que terá sido um dos melhores concertos que vi!
Uma das condições que sempre me guiou na decisão de ir a concertos é o estado da minha "paixão" pela banda ou artista. No caso do Rod Stewart ela devia-se à recente (na altura) edição do albúm ao vivo (muito bom!).
Foram paixões mais brandas que me levaram a não ir ver os Police ao mesmo estádio três anos antes, ou os U2, as grandes "máculas" no meu CV concerteiro.
Aqui faço um parêntesis para explicar que, da última vinda dos U2, só não fui devido à loucura que se instalou à volta dos bilhetes para o concerto.
Dois dos concertos a que fui, Ivan Lins e Level 42, ambos no Coliseu dos Recreios, foram totalmente inesperados. O primeiro deveu-se a um convite à última da hora (1 hora antes, talvez), e lá fui eu com a minha amiga (na altura) Raquel C.. Saímos do Califa, estacionamos num beco das Portas de Santo Antão, e lá fomos nós para a plateia todos contentes, pois nessa altura "o povo" ia para a Geral, o mais baratinho, e aquela era a nossa primeira experiência de plateia sentada, ainda por cima bons lugares pois os convites têm destas coisas!
Sempre me intrigou esta falha do sistema capitalista, quem não paga nos espectáculos, recebe quase sempre os melhores lugares!
Quanto ao concerto dos Level 42, a minha ida deveu-se a um erro da minha mulher que, por distração, pensou que estavamos a ir a ver os UB40... Foi ainda mais inusitado que o anterior, pois estavamos a passar à porta do Coiseu e vimos que essa noite havia concerto, pelo que foi comprar e entrar. A casa estava meio vazia, talvez menos de meia casa. A plateia, onde ficamos, era só para estar de pé, pois tinham retirado todas as cadeiras. Penso que seria para proporcionar um pézinho de dança.
Outra grande surpresa deste concerto, foi a primeira parte. Eu nada sabia sobre o concerto. E só após algumas canções me apercebi que quem estava a tocar era o Midge Ure, dos Ultravox e dos Thin Lizzy, que mais tarde viria a estar fortemente envolvido no megasucesso "Do they know it's Christmas time?" como produtor ou responsável pelos arranjos, qualquer coisa assim.
quinta-feira, 28 de junho de 2007
A ver passar o quê?
Bem, a verdade é que do meu lugar de trabalho vejo passar aviões todo o dia, seja a aterrar (a maior parte das vezes), seja a levantar (menos frequente, sobretudo quando o vento sopra do quadrante sul). A formação de geógrafo começa a notar-se...
No caso deste tipo da foto (sim , há um homem no centro da foto), a sua actividade é bem mais arriscada que a minha, e passa muito tempo perto dos aviões (como aliás se nota!).
No caso deste tipo da foto (sim , há um homem no centro da foto), a sua actividade é bem mais arriscada que a minha, e passa muito tempo perto dos aviões (como aliás se nota!).
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